Mostrar mensagens com a etiqueta Basquetebol e Andebol. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Basquetebol e Andebol. Mostrar todas as mensagens

Basquetebol e Andebol


Introdução

Neste trabalho irei falar de dois desportos bastante conhecidos: o basquetebol e o andebol.

Basquetebol

História do Basquetebol
Basquetebol - Introdução
Regras do Basquetebol

História do Basquetebol


Há notícias de que os Maias praticavam um jogo semelhante ao basquetebol, e este povo viveu na América Central desde 500 a.C. até meados do século XVI.
Foi no ano de 1891 que o Dr. James Naismith, um professor canadiano de Educação Física na YMCA (Young Men's Christian Association) em Massachussets (E.U.A.) para tornar as aulas mais agradáveis, imaginou um jogo diferente e que pudesse ser praticado no ginásio, visto as condições climatéricas nem sempre permitirem a prática desportiva ao ar livre.
Em cada extremidade do ginásio, a 4 m do solo, colocou um cesto da colheita de pêssegos onde os alunos tentavam introduzir a bola com as mãos. No entanto, como os cestos tinham fundo, sempre que encestavam tinham que subir por uma escada para recuperarem a bola. O ritmo era por isso constantemente cortado. Imaginaram então um mecanismo controlado por um longo fio, que, ao ser puxado vertia o fundo do cesto e a bola caía no chão. Só mais tarde é que o fundo foi retirado, dando uma maior dinâmica à partida. Daí a origem do nome basquetebol: basket = cesto e ball = bola, bola ao cesto.

O primeiro jogo público nos E.U.A. realizou-se em 1892 e foi modalidade olímpica pela primeira vez em 1936.

Introduzido em Portugal no ano de 1913, o 1.º campeão nacional foi o Spor Club Conimbricense. A Federação Portuguesa de Basquetebol, foi fundada na cidade do Porto em 17 de Agosto de 1927.

A grande difusão por todo o mundo (mais de 100 milhões de praticantes) explica-se pelo facto de não só estimular o jogo limpo, mas também desenvolver a capacidade para a corrida e o salto como nenhum outro jogo. Muitas mo­dalidades desportivas adoptaram-no como forma de treino básico.

Basquetebol - Introdução

Objectivo do jogo
O principal objectivo do jogo é encestar, ou seja, introduzir a bola no cesto do adversário.

Material (objecto do jogo)
A Bola, que regra geral é cor de laranja, pesa 567-650 g de e têm um perímetro de 74,9-78 cm.

Número de jogadores
Existem duas equipas que são compostas por 5 elementos cada (em jogo), mais 5 suplentes. No entanto uma equipa pode inscrever no boletim 12 jogadores (5+7).

Duração do jogo
O jogo tem a duração de quatro períodos de 10 minutos de tempo útil cada, com um intervalo de 2 minutos entre os 1.º/2.º e 3.º/4.º períodos de tempo e um de 15 minutos no meio-tempo de jogo (aos 20 minutos ou seja entre o 2.º e 3º períodos.) O cronómetro só avança quando a bola se encontra em jogo, isto é, sempre que o árbitro interrompe o jogo, o tempo é parado de imediato.

O terreno de jogo (ver anexos 1,2 e 3)
Dimensões:
O basquetebol é jogado numa superfície rectangular, coberta ou ao ar livre, cujas medidas são 28 metros de comprimento por 15 metros de largura. Se o campo for coberto, a altura mínima do tecto deverá ser de 7 metros.
A superfície dura do campo costuma ser de madeira, cimento, etc.
Número de árbitros
Num jogo de basquetebol existem 3 árbitros: 1 árbitro principal e 2 árbitros auxiliares. O árbitro principal tem sempre a palavra final numa decisão.

Regras do Basquetebol

Inicio e recomeço de jogo
O Jogo começa com o lançamento da bola ao ar, pelo árbitro, entre dois jogadores adversários no círculo central, esta só pode ser tocada quando atingir o ponto mais alto. A equipa que não ganhou a posse de bola fica com a seta a seu favor.
Depois da marcação de uma falta, o jogo recomeça por um lançamento fora das linhas laterais, excepto no caso de lances livres. Após a marcação de ponto, o jogo prossegue com um passe realizado atrás da linha do campo da equipa que defende.
Como jogar a bola
A bola é sempre jogada com as mãos, não é permitido correr com ela, pontapeá-la ou socá-la. É uma violação parar ou bater deliberadamente com a bola em qualquer parte da perna, excepto se se tocar de forma acidental.

Bola ao ar
É o árbitro que lança a bola ao ar entre dois jogadores adversários e esta deve ser tocada pelas mãos de um deles ou de ambos.
Para o lançar a bola ao ar é necessário: que os dois saltadores tenham os pés dentro da metade do círculo que está mais próxima do cesto que defendem; que a bola seja lançada verticalmente entre os dois saltadores e só seja tocada depois de atingir o seu ponto mais alto; que os outros jogadores permaneçam do lado de fora do círculo, até que a bola seja tocada e os jogadores da mesma equipa não podem ocupar posição, lado a lado, se um adversário desejar ocupar uma dessas posições.

Processo de posse alternada
O processo de posse alternada, é a forma de tornar a bola viva através da sua reposição de fora de campo em vez de uma bola ao ar.

Na situação de bola ao ar as equipas irão repor, alternadamente, a bola de fora de campo, no local mais próximo onde ocorreu a situação de bola ao ar.

A equipa que não obtém a posse da bola viva, na sequência da bola ao ar de início do primeiro período, começará o processo de posse alternada.

A equipa a quem será concedida a bola para reposição de posse alternada deve ser indicada pela seta (colocada na mesa dos oficiais do jogo) correspondente, na direcção do cesto do adversário. A direcção da seta é imediata­mente invertida quando a reposição de posse alternada termina.

Descontos de tempo anotados
A duração de um desconto de tempo anotado é sempre de 1 minuto. Como resultado da mudança de tempo de jogo para 4x10 minutos, pode ser concedido um desconto de tempo a cada equipa durante um dos três primeiros períodos, dois durante o quarto período e um durante cada período suplementar.

Drible
Quando se está a driblar pode-se dar o número de passos que se pretender, mas quando se termina o drible tem que se lançar ou passar a bola.
Não se pode driblar a bola com as duas mãos simultaneamente.

Progredir com a bola
Pode-se progredir com a bola em qualquer direcção, seguindo as seguintes regras: se o jogador receber a bola parado, pode escolher qualquer pé para rodar sobre ele (pé-eixo); se o jogador receber a bola em movimento, ou ao terminar um drible, pode usar dois tempos rítmicos para parar, passar ou lançar; o jogador pode levantar o pé-eixo para lançar a bola ou passá-la, mas esta deve abandonar as suas mãos antes que o pé-eixo toque novamente no solo e o jogador não pode levantar o pé-eixo ao iniciar o drible antes da bola deixar as suas mãos.

Regra dos 3 segundos
Um jogador não deve permanecer mais do que 3 segundos consecutivos na área restritiva do adversário, enquanto a sua equipa tenha a posse de bola na sua zona de ataque e o cronómetro de jogo estiver a andar. Esta situação mantém-se mesmo no caso da equipa estar a repor a bola fora do campo.

Regra dos 8 segundos
Quando uma equipa ganha a posse da bola na sua zona de defesa, deve, dentro de 8 segundos, fazê-la passar para o meio-campo ofensivo.

Regra dos 24 segundos
O tempo-limite para se efectuar um lançamento de campo é de 24 segundos.

Regresso da bola à zona de defesa
Se um jogador estiver na posse de bola na zona de ataque não a pode passar a um colega colocado na zona de defesa ou driblar para essa mesma zona.

Interferência no lançamento e intervenção sobre a bola
Quando um jogador defensor provoca (deliberada ou acidentalmente) a vibração da tabela ou do aro do cesto, enquanto a bola estiver no ar, durante um lançamento de campo, de modo que a mesma, no entender do árbitro, tenha sido impedida de entrar no cesto, isto deixa de ser uma falta técnica, passando a constituir uma violação, e devem ser anotados à equipa 2 ou 3 pontos (ou seja, a equipa pontua). No entanto quando a bola entrar, não há violação.

Falta pessoal
É uma falta que envolve contacto com o adversário, e que consiste nos seguintes parâmetros: obstrução (contacto pessoal que impede a progressão do adversário), carregar (contacto pessoal que ocorre quando um jogador, com ou sem bola, força a sua passagem e contacta com o corpo do adversário), marcar pela retaguarda (contacto pessoal que ocorre pela retaguarda quando um defensor tenta jogar a bola), deter (o uso das mãos para tocar no adversário, impedindo-o de progredir ou na ajuda da sua marcação, é ilegal), segurar (quando o contacto pessoal impede a liberdade de movimentos do adversário), uso ilegal das mãos (quando o defesa toca as mãos do atacante numa tentativa de jogar a bola; a excepção dá-se quando o contacto for acidental e só se for sobre a mão do adversário que está sobre a bola) e empurrar (quando um jogador desloca ou tenta deslocar um adversário através da força).

Acções Técnico-Tácticas


Pega na bola
Para segurar a bola o jogador deve: colocar as mãos ligeiramente recuadas e na metade posterior da bola; colocar os dedos de forma a sentir a bola; colocar os dedos afastados, com os polegares atrás da bola e não tocar a bola com a palma da mão.

Posição-base
A posição-base permite executar qualquer movimento, em qualquer direcção, tanto na defesa como no ataque. Se o jogador tem a posse da bola, diz-se posição-base ofensiva e se está a defender, diz-se posi­ção-base defensiva.

Posição-base ofensiva (posição de tripla ameaça)
Quando um jogador se encontra na posição-base ofensiva deve: colocar os pés afastados e à largura dos ombros; distribuir o peso do corpo de igual modo pelos dois apoios (parte anterior); fazer uma ligeira flexão das pernas; manter a cabeça levantada de modo a poder observar os colegas e os adversários; fazer a pega da bola com ambas as mãos e colocar a bola junto ao abdómen, com os cotovelos colocados ao lado do tronco.

A posição-base ofensiva é também conhecida como posição de tripla ameaça, pois, a partir dela pode-se, lançar a bola, driblá-la ou passá-la.

Posição-base defensiva
Quando um jogador se encontra na posição-base defensiva deve: colocar os pés afastados e à largura dos ombros; distribuir o peso do corpo de igual modo pelos dois apoios (parte anterior); fazer uma ligeira flexão das pernas; inclinar ligeiramente o tronco para a frente; orientar os braços para cima e para diante, palmas das mãos viradas para a frente e dedos afastados e manter a cabeça levantada de modo a poder observar os colegas e os adversários.

Mudanças de direcção
Para um jogador mudar de direcção deve: ter em atenção que o primeiro passo deve ser curto; flectir o joelho; rodar sobre a parte anterior do pé; impulsionar-se na nova direcção; transferir o peso do corpo; dar o segundo passo largo; apontar os dedos do pé na nova direcção e levantar a mão adiantada como sinal.

Rotações

Rotação para a frente
Para um jogador executar uma rotação para a frente deve: ter uma postura equilibrada; colocar o peso sobre o pé-eixo; saber que é o peito que marca o movimento; rodar sobre a parte anterior do pé e dar um passo à frente com o outro pé.

Rotação para trás
Para um jogador executar uma rotação para trás deve fazer o mesmo que na rotação para a frente com excepção que deve dar o passo atrás com o outro pé.

Deslizamentos defensivos

Deslizamento lateral
Para um jogador executar um deslizamento lateral deve: dar um impulso com o pé do lado para onde se dirige; avançar o outro pé na mesma direcção; utilizar passos curtos e rápidos; colocar o pé mais avançado fora do alcance do adversário para o proteger; colocar o pé atrasado alinhado com o centro do corpo do adversário; colocar os pés separados sensivelmente à largura dos ombros e sem se cruzarem; movimentar os pés sem os levantar muito; ter os joelhos flectidos, não dar saltos (acima ou abaixo); levantar a cabeça; ter as costas direitas; ter as mãos abertas com as palmas para a frente; flectir os cotovelos; colocar os braços perto do corpo e dar um impulso rápido com a parte anterior do pé.

Passe
O passe tem como objectivo a colocação da bola num companheiro que se encontre em melhor posição, para a criação de situações de finalização ou para a progressão no terreno de jogo. Existem vários tipos de passe: passe de peito, passe picado, passe por cima da cabeça e passe de ombro.

Passe de peito
Como o nome indica, com a bola à altura do peito esta é lançada frontalmente na direcção do alvo. Este tipo de passe deve-se utilizar para distâncias curtas ou médias.
Para realizar este passe o jogador deve: colocar os cotovelos junto ao corpo; avançar um dos apoios; executar um movimento de repulsão com os braços; executar rotação dos pulsos; após passe, ficar com as palmas das mãos viradas para fora e os polegares a apontar para dentro e para baixo.

Passe picado
Muito semelhante ao passe de peito mas tendo em conta que o alvo inicial é o solo. Este passe é utilizado quando existe um adversário entre o jogador e um colega de equipa.
Para realizar este passe o jogador deve: colocar os cotovelos junto ao corpo; avançar um dos apoios; executar um movimento de repulsão com os braços; executar rotação dos pulsos; após passe, ficar com as palmas das mãos viradas para fora e os polegares a apontar para dentro e para baixo e dirigir o passe para baixo (solo) e para a frente.

Passe por cima da cabeça
É usado quando existe um adversário entre dois jogadores da mesma equipa. Para realizar este passe o jogador deve: elevar os braços acima da cabeça; avançar um dos apoios e executar o passe com o movimento dos pulsos e dos dedos.

Passe de ombro
É um tipo de passe com uma trajectória sem arco e em direcção ao alvo que é utilizado nas situações que exijam um passe comprido.
Para realizar este passe o jogador deve: segurar a bola com as duas mãos e por cima do ombro; colocar o cotovelo numa posição levantada; avançar o corpo e a perna do lado da bola e fazer a extensão do braço e finalizar o passe com um golpe de pulso.

Recepção
Para executar uma boa recepção o jogador deve: ir ao encontro da bola com as duas mãos; colocar os dedos bem abertos e firmes; colocar os braços estendidos mas, no momento em que contactam com a bola, devem flectir-se, permitindo assim, por um lado, o amortecimento da velocidade desta e, por outro, a protecção da mesma.

Drible
Quando se dribla pode-se executar um número indefinido de passos, assim temos o drible de progressão e o drible de protecção.

Drible de progressão
O drible de progressão é utilizado fundamentalmente para sair de uma zona congestionada e avançar no terreno. Para o realizar o jogador deve: coordenar o movimento do antebraço de modo a amortecer o movimento da bola e reenviá-la para o solo; contactar a bola com a mão aberta e os dedos estendidos; driblar a bola ao lado do corpo (até ao nível da cintura); manter o olhar dirigido para a frente e controlar a bola em movimento.

Antes de progredir em drible o jogador deve observar a posição dos colegas e dos adversários sem nunca esquecer que a bola circula mais rapidamente através do passe do que do drible.

Drible de protecção
O drible de protecção serve fundamentalmente para abrir linhas de passe e para garantir a posse de bola. É um tipo de drible, no qual o jogador tem de dar maior atenção à protecção da bola visto o defesa estar muito próximo.
Para o realizar o drible de protecção jogador deve: flectir as pernas; colocar o braço livre e a perna contrária à da mão que dribla entre a bola e o defesa; coordenar o movimento do antebraço de modo a amortecer o movimento da bola e reenviá-la para o solo mais rapidamente; contactar a bola com a mão aberta e os dedos estendidos; driblar de modo que a bola ressalte no meio dos apoios; diminuir a altura do drible e controlar a bola em movimento.
Arranque em drible directo
Para realizar o arranque em drible directo o jogador deve na fase de preparação colocar-se em posição de tripla ameaça; olhar o cesto e o defensor; executar finta de arranque e se for o jogador defensor, ter a mão levantada no lado da penetração. Finalmente na fase de execução deve: dar um passo comprido para o lado do pé adiantado do defesa; driblar para lá do defensor com a mão exterior; impulsionar-se com o pé-pivô; proteger a bola com a mão interior; fechar ao movimento de recuperação do defensor; driblar à altura do joelho e colocar a mão na parte superior da bola.

Arranque em drible cruzado
Para realizar o arranque em drible cruzado o jogador deve: na fase de preparação colocar-se em posição de tripla ameaça; olhar o cesto e o defensor; fazer finta de arranque; se for o jogador defensor, ter a mão levantada no lado contrário ao da penetração. Finalmente na fase de execução deve: executar um passo cruzado para o lado do pé adiantado do defesa; driblar para lá do defensor com a mão exterior; impulsionar-se com o pé-pivô; proteger a bola com a mão interior; fechar ao movimento de recuperação do defensor; driblar à altura do joelho e colocar a mão na parte superior da bola.

Mudança de direcção

Frontal

Para um jogador executar uma mudança de direcção frontal deve na fase de preparação erguer a cabeça e olhar para o cesto; executar drible de protecção à altura do joelho e proteger a bola com o corpo e a mão que não dribla. Finalmente na fase de execução deve erguer a cabeça e olhar para o cesto; cruzar a bola pela frente; driblar perto do corpo; mudar de mão; executar drible de protecção à altura do joelho e proteger a bola com o corpo e a mão que não dribla.

Por trás das costas
Para um jogador executar uma mudança de direcção por trás das costas deve na fase de preparação erguer a cabeça e olhar para o cesto; driblar atrás do corpo e proteger a bola com o corpo e a mão que não dribla. Depois na fase de execução deve erguer a cabeça e olhar para o cesto; deslocar a bacia para a frente; executar drible nas costas e empurrar a bola; mudar de mão; executar drible de protecção à altura do joelho e proteger a bola com o corpo e a mão que não dribla.

Drible por baixo das pernas
Para um jogador executar um drible por baixo das pernas deve erguer a cabeça; avançar a perna contrária à mão que dribla; proteger a bola com o corpo e com a mão que não dribla e driblar por baixo das pernas/mudar de mão.

Fintas
A finta pode ser executada com ou sem bola. Ao fintar o adversário o jogador está a tentar enganá-lo para conseguir uma posição de vantagem.

Finta sem bola
Para executar uma finta sem bola o jogador deve: dar a entender ao adversário que vai prosseguir por um dos lados; desequilibrar o adversário para o lado que simulou; ultrapassar o adversário pelo lado contrário (mudança de direcção); aumentar a velocidade e manter a bola dentro do seu campo visual.

Finta com bola

Finta de arranque em drible

Para executar uma finta de arranque em drible o jogador deve: dar a entender ao adversário que vai arrancar para um dos lados; passar o peso do corpo do pé da frente para o de trás; dar um passo grande com a perna adiantada, de modo a colocá-la na direcção pretendida (arranque) e proteger a saída, driblando com a mão mais afastada do adversário, interpondo o seu corpo entre a bola e o adversário.

Finta de lançamento
Para executar uma finta de lançamento o jogador deve: dar a entender ao adversário que vai executar um lançamento; executar técnica de lançamento utilizando apenas os braços; não perder o equilíbrio e recuperar a posição ofensiva básica para poder executar a acção seguinte.


Lançamento
É através do lançamento que se têm possibilidade de marcar pontos para a equipa. Existem vários tipos de lançamentos tais como: lançamento em apoio, lançamento em suspensão e lançamento na passada.

Lançamento em apoio
Um jogador para executar um lançamento de apoio deve: partir da posição-base ofensiva; avançar ligeiramente o apoio do lado da mão que lança; manter o olhar dirigido para o cesto; segurar a bola com as duas mãos, de modo a ficar por trás a mão que lança, com os dedos afastados; posicionar de lado a mão de apoio na bola; colocar o cotovelo debaixo da bola; colocar a bola acima do nível da cabeça, mas desviada lateralmente, para o lado da mão lançadora; posicionar o braço e o antebraço de modo a formarem um ângulo de 90º; fazer a extensão completa das pernas e braços com expulsão da bola por golpe de pulso e executar o movimento de forma contínua.

Lançamento em suspensão
Este tipo de lançamento é parecido com o lançamento em apoio, com a diferença de ser antecedido de um salto. O lançamento e deve ser executado no ponto mais alto do salto.

Lançamento na passada
Um jogador para executar um lançamento na passada deve: executar a passada entre o primeiro e o segundo apoios mais curta que a anterior, para aproveitar a velocidade horizontal para a impulsão vertical; lançar pelo lado direito com o primeiro apoio direito e o segundo esquerdo (direito-esquerdo-lança); lançar pelo lado esquerdo com o primeiro apoio esquerdo e o segundo direito (esquerdo-direito-lança); dirigir o olhar para a tabela; elevar o joelho da perna livre em direcção ao cesto; utilizar o movimento de balanço da perna livre para aumentar a impulsão e executar o lançamento com a mão do lado correspondente.

Ressalto
O ressalto desempenha um papel fundamental no desenrolar do jogo. O jogador deve ter em atenção que qualquer lançamento pode ser falhado e, como tal, é importante estar prepa­rado para o ressalto.
Existem dois tipos de ressalto: ofensivo e defensivo.

Ressalto ofensivo
No ressalto ofensivo pretende-se uma nova oportunidade de lançamento. Para executar ressalto ofensivo o jogador deve: antecipar-se ao defensor para lhe ganhar a posição; realizar movimentos rápidos, com mudanças de direcção, dificultando assim o bloqueio defensivo e saltar para a bola, agarrá-la sobre a cabeça e, sem baixar os braços, lançá-la novamente.

Ressalto defensivo
No ressalto defensivo pretende-se recuperar a posse de bola. Para executar ressalto defensivo o jogador deve: observar a movimentação do atacante após o lançamento; ocupar uma posição entre o cesto e o atacante; bloquear o atacante e saltar para a bola, agarrá-la com as duas mãos e protegê-la.
Após o ressalto defensivo, o jogador deve procu­rar imediatamente um colega de equipa para lhe passar a bola ou sair em drible.

Enquadramento ofensivo
Para se encontrar ofensivamente um jogador deve posicionar-se de forma a estar sempre virado para o cesto (o jogador nunca deve virar as costas ao cesto).

Enquadramento defensivo
Para se encontrar enquadrado defensivamente um jogador deve posicionar-se de modo a formar um triân­gulo em que um dos vértices é o atacante com bola, o outro é o atacante sem bola e o terceiro é cons­tituído por ele (de costas para o cesto).

Defesa ao jogador com bola
Um jogador para executar a defesa ao jogador com bola deve: colocar-se entre o adversário e o cesto; dificultar tanto a sua movimentação no campo como o passe ou o lançamento; acompanhar os deslocamentos do adversário (caso drible), mantendo sempre os seus apoios em contacto com o solo, sem os cruzar e aumentar a pressão sobre o adversário, diminuindo a distância, isto no caso de ele parar o drible (sobremarcação).

Quando um jogador estiver a defender o adversário com bola deve colocar-se sempre entre a bola e o cesto. Caso este passe a bola a um colega da sua equipa, deve recuar e tomar uma posição que lhe permita controlar o seu defesa (sem bola) e o adversário com posse de bola, mas sempre enquadrado com o cesto.

Defesa ao jogador sem bola
Um jogador para executar a defesa ao jogador sem bola deve: colocar-se entre o adversário e a bola, mas tendo sempre em atenção o cesto; acompanhar os deslocamentos do adversário, para evitar que receba a bola; fechar as linhas de passe do adversário, particularmente quando se aproxima da bola ou do cesto (sobremarcação) e utilizar os seus braços para cortar possíveis linhas de passe.

Caso o seu adversário esteja um pouco mais longe do possuidor da bola o jogador pode afastar-se ligeiramente, de modo a continuar enquadrado com o adversário, a bola e o cesto e, simultaneamente, apoiar os colegas com maiores dificuldades.

Ataque
Quando uma equipa recupera a posse de bola o jogador deve ter sempre presente os objectivos do ataque: fazer progredir a bola, invadindo o meio-campo defensivo do adversário e finalizar o ataque com lançamento e concretizar um cesto.

O contra-ataque constitui a primeira acção ofensiva que uma equipa deve tentar logo que recu­pera a posse da bola. Tem como objectivo finalizar com lançamento, o mais próximo do cesto, em vantagem numérica e/ou vantagem posicional (defesa desorganizada).

Quando uma equipa recupera a posse da bola (ex.: ressalto defensivo) numa zona próxima do cesto, deve desmarcar-se de imediato e posicionar-se de forma equilibrada no terreno de jogo, de modo a abrir linhas de passe que facilitem um rápido primeiro passe.
Se um jogador tem a posse da bola, deves conduzi-la em drible, rapidamente, pelo corredor central.
Os colegas devem ocupar os corredores de uma forma equili­brada, proporcionando assim o maior número de linhas de passe para a finalização do contra-ataque.
Quando chega próximo do cesto em boas condições o jogador não deve hesitar no lançamento.

Corte em “V”
Para executar um corte em “V” o jogador deve: cortar até perto do cesto; utilizar fintas e coordenação; flectir o joelho; rodar sobre a parte anterior do pé; impulsionar-se para fora (bola/posição); dar um passo largo e veloz; levantar a mão exterior a pedir a bola; receber o passe/ir ao encontro da bola com as duas mãos; enquadrar-se com o cesto; olhar o cesto e o defensor e colocar-se numa posição de tripla ameaça.
Corte à sobremarcação
Para executar um corte à sobremarcação o jogador deve: atrair a atenção da defesa para a bola; pedir a bola; flectir o joelho; rodar sobre parte anterior do pé; impulsionar-se para o cesto; dar um passo largo e veloz; levantar a mão interior a pedir a bola; continuar o corte para o cesto; receber o passe com as duas mãos e lançar na passada ou passar.

Defesa
Quando a equipa perde a posse da bola um jogador, deve ter sempre presente os seguintes objectivos: tentar impedir ou dificultar a progressão do adversário; tentar impedir que o adversário marque pontos e tentar recuperar a posse de bola.

Para cumprir estes objectivos o jogador deve: assumir imediatamente uma atitude defensiva; dirigir-se de imediato para o adversário directo, enquadrando-se defensivamente, para procurar recuperar a posse da bola ou dificultar as acções ofensivas: se o jogador defende o adversário com bola, coloca-se entre esta e o cesto, dificultando as acções ofensivas.

Andebol


História do Andebol

O nome Andebol tem origem inglesa e significa «jogo de bola com a mão». O andebol era já um jogo bastante difundido na Alemanha no século XIX. Em 1920, depois da I Guerra Mundial, Schellenz, professor da Escola Normal Superior de Educação Física de Berlim, lançou as bases do andebol de 11, praticado num campo de futebol e inspirado nas suas regras, mas jogado com as mãos. Nos países escandinavos e por razões climáticas, este desporto era praticado em recinto coberto e apenas com 7 jogadores.
Assim e após a Segunda Guerra Mundial, a modalidade de 11 jogadores deixou de ser tão praticada, enquanto a de 7 se impunha como um desporto europeu, sobretudo nos meios escolares.
O andebol apenas se universalizou a partir de 1960, o andebol masculino passou a fazer parte das modalidades olímpicas em 1972 e o feminino em 1976.
As principais competi­ções internacionais são os campeonatos mun­diais de andebol (que se efectuam com irregularidade) e os Campeonatos da Europa.
Em Portugal, o andebol de 11 foi introduzido no Porto, em 1929. Em 1931 foi formada a As­sociação de Andebol de Lisboa e em 1932 a Associação de Andebol do Porto.
A Federação de Andebol de Portugal foi fundada em 1 de Maio de 1939, por iniciativa das associações de Lisboa, Porto e Coimbra, a Federação Portuguesa de Andebol, actualmente é designada por Federação de Andebol de Portugal.
O andebol é hoje um dos desportos colectivos mais populares a nível mundial, e crê-se que o segundo desporto mais praticado em Portugal, a seguir ao futebol.

Andebol - Introdução

Objectivo do jogo
O objectivo do andebol é introduzir a bola na baliza do adversário e evitar que o adversário faça o inverso, respeitando sempre as regras do jogo.

Material (objecto do jogo)
A Bola é feita de couro ou de material sintético, tem de ser esférica e a sua superfície não deve ser brilhante ou escorregadia. Para as Equipas Seniores e Juniores Masculinos (acima dos 16 anos) deve medir entre 58-60 cm de perímetro e ter entre 425-475 g de peso, para Equipas Seniores e Juniores Femininas (acima de 14 anos) e equipas de jovens masculinos (entre 12 - 16 anos) deve medir entre 54-56 cm de perímetro e ter entre 325-375 g de peso e para equipas femininas jovens (entre 8 - 14 anos) e equipas masculinas jovens (entre 8 - 12 anos) deve medir entre 50-52 cm de perímetro e ter entre 290-330 g de peso.

Número de jogadores
Uma equipa é constituída até um máximo de 14 jogadores, 7 jogadores, no máximo, poderão estar no terreno de jogo ao mesmo tempo e os restantes jogadores são os suplentes.
Durante todo o tempo de jogo, a equipa deverá ter um dos jogadores no campo com a função de guarda-redes. O guarda-redes poderá tornar-se um jogador de campo a qualquer momento da mesma forma que um jogador de campo pode tornar-se guarda-redes.

Duração do jogo
O tempo de jogo normal para todas as equipas com jogadores de idade superior a 16 anos (inclusive) é de 2 x 30 minutos cada. O tempo de jogo normal para as equipas mais jovens, com idades entre 12 e 16 anos é de 2 x 25 minutos e para as idades entre os 8 e os 12 anos é de 2 x 20 minutos. Em ambos os casos o intervalo entre as duas partes é normalmente de 10 minutos.
Cabe aos árbitros decidir quando o jogo deve ser definitivamente terminado.

O terreno de jogo (ver anexo 4)

O terreno de jogo (ver figura) é um rectângulo com 40 metros de comprimento e 20 metros de largura, consistindo em duas áreas de baliza e uma área de jogo. As linhas limite mais compridas são designadas por linhas laterais, e as mais curtas por linhas de baliza (entre os postes da baliza) e linhas de saída de baliza (do lado exterior das mesmas). Deverá existir uma zona de segurança em volta de todo o terreno de jogo, com uma largura mínima de 1 metro na zona das linhas laterais e 2 metros na zona das linhas de saída de baliza.
As características do terreno de jogo não deverão ser alteradas durante o jogo de forma a criar vantagem para uma das equipas.

Número de árbitros
Num jogo de andebol existem 2 árbitros: 1 árbitro central e 1 árbitro de baliza ambos têm os mesmos direitos.

Regras do Andebol

Regras do Andebol


Lançamentos
Existem sete tipos de lançamentos: lançamento da moeda, lançamento de saída, lançamento de reposição em jogo, lançamento da baliza, lançamento livre e o lançamento de 7 metros.

Lançamento da moeda
Antes de se iniciar o jogo, faz-se um sorteio usando uma moeda entre as equipas que vão jogar, definindo-se, assim, quem fica com a posse de bola e quem escolhe o campo.
O jogo inicia-se até 3 segundos após o apito do árbitro, com lançamento de saída por parte da equipa com posse de bola.

Lançamento de saída
No momento do lançamento de saída, cada equipa deverá estar no seu próprio campo, estando autorizadas a atravessar a linha central após o sinal de apito do árbitro. No lançamento de saída após um golo, os jogadores da equipa que marcou podem estar em qualquer uma das metades do campo. Os adversários deverão encontrar-se pelo menos a 3 metros do jogador que executa o lançamento de saída. O lançamento é executado em qualquer direcção desde o centro do campo (com uma tolerância de distância de 1,5 metros) e o jogador na posse de bola tem de pisar a linha de meio campo.
Após ter sido marcado um golo, o jogo é retomado com um lançamento de saída executado pela equipa que sofreu o golo.
As equipas mudam de campo na segunda metade do jogo. O lançamento de saída no começo da segunda metade é efectuado pela equipa que não o tenha executado no começo do jogo.

O lançamento de reposição em jogo
O lançamento de reposição em jogo é executado quando a bola ultrapassa totalmente a linha lateral ou quando toca em último lugar num jogador da equipa que está a defender e ultrapassa a linha de saída de baliza. Também se efectua quando a bola toca no tecto ou num objecto fixo sobre o terreno de jogo.
O lançamento de reposição em jogo pode ser executado sem sinal de apito dos árbitros, pelos adversários da equipa cujo jogador tocou a bola por último antes desta cruzar a linha ou tocar no tecto ou num objecto fixo.

A reposição é feita pela equipa cujos joga­dores não tocaram em último lugar na bola e é executada no local por onde saiu a bola (linha lateral) ou no fim da linha lateral junto à linha de saída de baliza, do lado por onde a bola a ultrapassou.
O lançador tem que estar de pé com um pé sobre a linha lateral e permanecer numa posição correcta até que a bola tenha saído da sua mão. Não há nenhuma limitação para o posicionamento do outro pé.

Os adversários devem encontrar-se a uma distância de pelo menos 3 metros do executante. No entanto, esta distância pode ser menor, caso estejam junto à linha da área de baliza.

O lançamento da baliza
Um lançamento de baliza é ordenado quando: um jogador da equipa adversária viola a área de baliza, cometendo uma infracção; um guarda-redes controla a bola na área de baliza; um jogador da equipa adversária tenha tocado na bola que estava parada ou a rolar no solo dentro da área de baliza e quando a bola atravessa a linha saída de baliza, depois de ter sido tocada em último lugar pelo guarda-redes ou um jogador da equipa adversária.
O lançamento de baliza é executado pelo guarda-redes, sem sinal de apito do árbitro, a partir da área de baliza por cima da linha de área de baliza.
Após a execução do lançamento de baliza, o guarda-redes só pode jogar novamente a bola se esta tiver tocado num outro jogador. O marcador tem de ter uma parte do pé de apoio em contacto com o solo.

O lançamento livre
Os árbitros interrompem o jogo e recomeçam-no com um lançamento livre a favor dos adversários quando: a equipa com posse da bola comete uma violação das regras o que leva à perda da posse da bola (quando o guarda-redes deixa a área de baliza com a bola sob controlo; dribles 3 segundos, tocar a bola com o pé, etc.) ou quando a equipa que defende comete uma violação das regras que vai causar a perda de posse da bola por parte da equipa (pôr em perigo o adversário; violar a área de baliza, etc.).

O lançamento livre é também utilizado como recomeço de jogo em certas situações em que o jogo foi interrompido (com a bola em jogo), mesmo tenha havido qualquer violação às regras: se uma equipa estiver de posse da bola na altura da interrupção, então essa equipa deverá manter a posse ou se nenhuma das equipas estiver da posse de bola, então a equipa que teve por último a posse da bola deverá mantê-la.

O lançamento livre normalmente é executado sem o sinal do árbitro. Os defesas têm de estar a uma distância mínima de 3 metros do marcador e este tem de ter uma parte do pé de apoio em contacto como solo.

O lançamento de 7 metros
Um lançamento de 7 metros é assinalado quando: uma clara oportunidade de golo é impedida em qualquer parte do terreno de jogo, por um jogador ou um oficial da equipa adversária; existe um sinal de apito injustificado no momento de uma clara oportunidade de golo; uma clara oportunidade de golo é impedida através da interferência de alguém não participante no jogo, por exemplo um espectador entra no terreno de jogo ou então pára os jogadores por intermédio de sinal de apito. Por comparação, esta regra também se aplica em casos de “força maior” tais como um súbito corte de energia eléctrica que interrompe o jogo precisamente durante uma clara oportunidade de golo.

O lançamento de 7 metros é executado directamente à baliza, o executante não poderá tocar nem ultrapassar a linha dos 7 metros enquanto tiver a bola nas suas mãos; durante a execução só o marcador poderá estar entre as linhas dos 6 metros e dos 9 metros. Os adversários terão de se encontrar a uma distância mínima de 3 metros do marcador e o executante tem 3 segundos para realizar o livre.

O golo
Um golo é válido quando a bola na sua totalidade ultrapassa a linha de baliza, desde que nenhuma violação às regras tenha sido cometida pelo rematador ou um companheiro de equipa antes ou durante o remate.
O golo deve ser registado no marcador público assim que este é validado pelos árbitros.
Sempre que é marcado golo o árbitro apita duas vezes.
Um golo é validado se a bola é impedida de entrar na baliza por alguém ou algo não participando no jogo (espectadores etc.), e os árbitros estão convencidos de que a bola teria ultrapassado a linha de golo e entrado na baliza caso tal acção não tivesse tido lugar.
Um golo será atribuído aos adversários, caso um jogador lance a bola na sua própria baliza, excepto na situação em que o guarda-redes executa um lançamento de baliza.
Um golo que tenha sido validado já não pode ser anulado após o árbitro fazer soar o apito para o correspondente lançamento de saída.
A equipa que marcou mais golos que os adversários é a vencedora. O jogo fica empatado se ambas as equipas marcaram o mesmo número de golos ou nenhum golo.
Não é golo quando um dos árbitros ou o cronometrista interrompa o jogo antes da bola passar completamente a linha de baliza; caso a bola tenha entrado completamente na baliza e o jogador que rematou ou os seus colegas tenham cometido uma falta antes ou durante o remate, o golo é anulado.

O manejo da bola
Esta regra diz como se pode jogar a bola, ou seja, o que é permitido fazer e o que não é. Deste modo com a bola o jogador pode: lançar, bater, empurrar, parar e apoderar-se da bola, com a ajuda de qualquer parte do corpo acima dos joelhos (inclusive); ficar com a bola até 3 segundos, mesmo que esta esteja parada no solo; dar, no máximo, 3 passos com a bola nas mãos e fazer ressaltar a bola no solo (drible) várias vezes seguidas com uma mão.

A partir do momento em que a bola é controlada por uma ou as duas mãos, terá de ser jogada, no máximo, nos 3 segundos imediatos.

Mas não se pode tocar várias vezes seguidas na bola, sem que esta entre em contacto com o solo, outro jogador, poste ou trave da baliza.

A conduta para com um adversário
Perante um adversário é permitido: usar braços e mãos para bloquear ou ganhar posse da bola; usar uma mão aberta para afastar a bola do adversário em qualquer direcção; usar o corpo para obstruir um adversário, mesmo quando este não está em posse da bola; estabelecer contacto corporal com um adversário, frente a frente e de braços dobrados, e manter este contacto com o intuito de controlar e seguir o adversário.
No entanto não é permitido: arrancar ou bater na bola que se encontra nas mãos de um adversário; bloquear ou empurrar um adversário com os braços, mãos ou pernas; prender, segurar, (pelo corpo ou pelo uniforme) empurrar, ou lançar-se contra o adversário em corrida ou em salto; interferir com, impedir ou pôr em perigo um adversário (com ou sem bola) dentro das regras estabelecidas.

As sanções

Advertência
A um jogador individualmente não deve ser dada mais do que uma advertência e a uma equipa não devem ser dadas mais de 3 advertências. Depois disto, a sanção deverá ser, pelo menos, uma exclusão de 2 minutos.

As violações cometidas nas regras referente podem ocorrer na luta pela posse da bola. No entanto, quando a acção é dirigida principal ou exclusivamente ao adversário e não à bola, serão sancionadas progressivamente. Isto significa que, além do lançamento livre ou lançamento de 7 m, existe também a necessidade de uma sanção disciplinar, começando com uma advertência, melhorando, posteriormente o rigor das sanções, tal como exclusões e desqualificações. No entanto, os árbitros têm direito a determinar se uma infracção particular sugere de imediato uma exclusão de 2 minutos sem que um jogador tenha recebido previamente uma advertência.

O árbitro advertirá uma só vez o jogador quando: tenha uma conduta irregular para com o adversário (ex.: barrar o caminho com os braços); tenha uma atitude incorrecta perante o adversário que está a executar um lançamento livre; tenha uma atitude antidesportiva. São igualmente advertidos os oficiais da equipa. O jogador tem conhecimento de que foi advertido através da apresentação do cartão amarelo por parte do árbitro.

Exclusão
O árbitro pode excluir um jogador durante 2 minutos quando: houver substituição ou entrada irregular; é cometida uma irregularidade de forma repetida perante o adversário; um jogador tem uma atitude antidesportiva repetida, no terreno de jogo ou fora do mesmo; não larga a bola no solo, mal o árbitro assinale uma falta contra a sua equipa; repete a irregularidade sobre o adversário que está a executar o lance livre; é desqualificado um jogador ou oficial da equipa.
O jogador faltoso tem conhecimento de que foi excluído através do sinal do árbitro, que levanta o braço com 2 dedos estendidos. Durante 2 minutos a equipa joga com menos um jogador. O jogador é desqualificado à terceira exclusão.

Desqualificação
O árbitro pode desqualificar um jogador: por conduta antidesportiva de um dos oficiais de equipa depois de ter sido advertido ou excluído; por infracções que colocam em perigo a integridade física do adversário; em caso de agressão por parte de um jogador antes ou durante o encontro; em caso de repetição de atitudes antidesportivas. Incluem-se os jogadores que estão no banco, assim como os oficiais da equipa; quando acumula a terceira exclusão.

O jogador faltoso tem conhecimento de que foi desqualificado através do cartão vermelho apresentado pelo árbitro. O oficial também pode ser desqualificado (ex.: agressão física). O jogador, assim como o oficial, quando desqualificados, devem deixar de imediato e definitivamente o terreno de jogo e a zona de substituição. A equipa cujo jogador ou oficial foi desqualificado, dentro ou fora do campo, durante o tempo de jogo, conduz sempre a equipa a uma exclusão de 2 minutos, significando a saída de um jogador. A redução do número de jogadores em campo deverá, no entanto, durar 4 minutos caso um jogador ou mesmo um oficial tenha sido culpado em mais do que uma violação simultaneamente ou em sequência directa.

Mais do que uma violação na mesma situação
Uma equipa pode ter casos em que deve jogar com um número reduzido de jogadores por 4 minutos: caso um jogador a quem foi dada uma exclusão de 2 minutos é culpado de conduta antidesportiva antes do jogo ter recomeçado, então a esse jogador deve ser atribuída uma suspensão adicional de 2 minutos; caso um jogador a quem tenha sido atribuída uma desqualificação (directamente ou porque foi a terceira exclusão) seja culpado de conduta antidesportiva antes de o jogo ter recomeçado, então a equipa deverá sofrer um novo castigo, de modo que a redução seja de 4 minutos; caso um jogador a quem foi atribuída uma exclusão de 2 minutos seja culpado de conduta antidesportiva grave antes de o jogo ter recomeçado, então o jogador é desqualificado e estes castigos combinados levam a uma redução de 4 minutos.

Expulsão
Um jogador é expulso quando chega a vias de facto durante o período de duração do jogo, quer esteja em campo, quer esteja no banco de suplentes.

O jogador tem conhecimento de que foi expulso através do respectivo gesto do árbitro, isto é, o árbitro cruza os seus braços acima da cabeça. O jogador expulso terá de abandonar o terreno de jogo, assim como o banco de suplentes. A equipa joga com menos um jogador o resto do jogo.

Baliza

A área da baliza (ver anexo 5)
Só é permitido ao guarda-redes permanecer na área de baliza. No entanto, se um jogador entrar na área da baliza sem bola e ocasionalmente, sem que traga qualquer vantagem para a sua equipa ou desvantagem para o adversário, não é considerada violação.

É marcada violação da área de baliza sempre que um jogador: entra nela com a bola; entra nela sem bola mas tira vantagem e ao defender entra na área de baliza para tirar vantagem em relação ao atacante com bola (lançamento 7 m).

A bola que se encontra dentro da área de baliza (nas mãos do guarda-redes, no solo, parada ou em movimento) pertence somente ao guarda-redes; no entanto, pode ser jogada se estiver no ar.
Um jogador que está a defender não pode, intencionalmente, enviar a bola para a sua área de baliza: caso o guarda-redes defenda, é marcado um lançamento livre; caso a bola entre, é golo; caso a bola fique parada na área de baliza, é marcado um lançamento livre; caso a bola passe a linha de saída de baliza, é marcado lançamento de repetição em jogo; se a bola, ao atravessar a área de baliza, não tocar no guarda-redes, o jogo prossegue normalmente.

O guarda-redes
O guarda-redes pode defender a bola com qualquer parte do corpo (sem pôr em perigo o adversário), assim como movimentar-se com a bola na mão sem restrições, desde que esteja na área de baliza.
O guarda-redes pode abandonar a área de baliza desde que o faça sem a bola na mão, sendo assim considerado um jogador de campo.
O guarda-redes não pode pôr em perigo o adversário numa acção defensiva; abandonar a área de baliza com a bola sob controle, esta situação implica um lançamento livre se os árbitros apitaram para a execução do lançamento de baliza; senão simplesmente se repete o lançamento de baliza; tocar a bola quando esta está parada ou a rolar no solo fora da área de baliza, enquanto ele está dentro da área de baliza; levar a bola para a área de baliza quando esta está parada ou a rolar no solo fora da área de baliza; voltar a entrar na área de baliza a partir da área de jogo com a bola; tocar a bola com o pé ou a perna abaixo do joelho, quando esta está parada no solo na área de baliza ou movendo-se em direcção à área de jogo; atravessar a linha restritiva do guarda-redes (linha dos 4 metros) ou a sua projecção em qualquer dos lados, antes da bola deixar a mão do adversário que está a executar um lançamento de 7 metros.
Os jogadores - substituições
Os jogadores suplentes poderão entrar no terreno de jogo a qualquer momento e repetidas vezes (não é necessário apresentar-se ao árbitro, secretário ou ao cronometrista), desde que o jogador a substituir já o tenha abandonado. A entrada e a saída de jogadores têm de se efectuar apenas na própria zona de substituição.








Acções Técnico-Tácticas

Ataque
Durante o ataque existem vários gestos técnicos, como o passe, a recepção, o drible, o remate, etc., que são fundamentais para se poder jogar andebol.

Passe
Para efectuar um bom passe é fundamental ter a noção de armar o braço, para isso o jogador deve: colocar o cotovelo um pouco acima do ombro; colocar o antebraço e o braço a formarem um ângulo de aproximadamente 100º/110º; colocar a bola acima da cabeça e rodar o tronco do lado do braço executor.

É importante saber passar a bola com precisão e segurança ao colega de equipa, ou seja deve-se utilizar o tipo de passe mais adequado a cada situação de jogo.

Existem 3 tipos de passe: passe de ombro; passe de pulso e o passe de ressalto ou picado.

Passe de ombro
No passe de ombro o jogador deve: posicionar o braço e o antebraço de forma a formarem um ângulo de 100º/110º; colocar o cotovelo um pouco acima do ombro; colocar a bola acima da cabeça; lançar a bola para a frente; rodar o tronco para o lado do braço executor; durante o lançamento passar o peso do corpo da perna de trás para a da frente e rodar o tronco.
Este é o tipo de passe que se deve utilizar quando se está próximo do colega (sem adversário na linha de passe) ou para distâncias maiores (ex.: contra-ataque).

Passe de pulso
No passe de pulso o jogador deve: fazer rotação interna de todo o braço e colocar a palma da mão virada para trás e para fora de modo que fique completamente por detrás da bola, facilitando assim a aceleração e altura no momento do lançamento da bola.

É o tipo de passe que se deve utilizar quando se está próximo de colega (sem adversário na linha de passe) e aquele onde a exigência técnica da pega da bola é mais exigente. A economia de movimentos dá-se em função da não necessidade de se preparar o passe (ombro), já que ao receber o jogador faz apenas o movimento de rotação do antebraço e lança a bola acelerando o momento de recepção da bola com o de pulso.

Passe picado
No passe picado o jogador deve: bater a bola no solo; executar o movimento através do “armar” do braço (distâncias superiores a 3/4 m); executar o movimento só através do antebraço e do pulso (distâncias infeiores a 3/4 m) e bater a bola no solo junto aos pés do adversário, ao seu lado direito ou esquerdo, ou mesmo entre as pernas.
Este passe deve ser utilizado sempre que existir um adversário entre o jogador e o colega a quem pretende passar a bola.

Passe de pulso e passe picado
Utilizar as mesmas determinantes técnicas para o passe de ombro mas com passe de pulso e passe picado.

Recepção
Para poder manusear correctamente a bola durante o jogo é necessário antes de mais, saber fazer uma boa recepção. Assim sendo o jogador deve: dirigir os braços para a bola; colocar as mãos em concha e flectir os braços no momento da recepção de modo a amortecer a sua velocidade.

Drible
O Drible deve ser realizado sem olhar para a bola ou olhar o menos possível, de modo a não se perder o controlo visual com os restantes elementos do jogo; colocar a mão aberta com a palma virada para o solo; empurrar e amortecer a bola com os dedos (a bola deve ser tratada suavemente) e ajudar a empurrar a bola para o solo com o pulso e o antebraço.

Quando se dribla em corrida, deve-se conduzir a bola lateralmente e à frente, de modo a não perturbar a corrida. E quando há necessidade de mudar de direcção ou de ultrapassar um adversário basta mudar de mão enquanto se dribla.

Remate
São considerados remates à baliza todos os lançamentos que têm como objectivo marcar golo. Existem três tipos de remate: remate em suspensão, remate em salto e remate em apoio.

Remate em suspensão
Este remate, no que respeita ao movimento do braço do lançador, é idêntico aos outros tipos de remate aqui referenciados. Este tipo de remate o jogador deve: executar passos de corrida grandes e rápidos (esquerdo-direito-esquerdo, para destros; direito-esquerdo-direito, para esquerdinos); saltar sobre a perna do último apoio; flectir a perna contrária à da impulsão, com rotação externa da mesma e elevação do joelho; rotação do tronco; rematar só no momento mais alto do salto; após ter efectuado o remate, rodar o tronco e contactar o solo com a perna de impulsão esquerda para os destros e direita para os esquerdinos.
Este remate, geralmente efectuado na linha dos 9 metros e permite lançar a bola sobre a defesa e é o tipo de remate mais uti­lizado durante o jogo.

Remate em salto
O remate em salto usa-se em situações um jogador contra o guarda-redes (1 x GR). A técnica de execução é idêntica à do remate em suspensão, só que neste tipo de remate a projecção no salto não é tanto vertical mas sim na horizontal, sendo maior a distância do salto.

Remate em apoio
Este tipo de remate é idêntico ao passe de ombro, para o executar o jogador deve: recuar ao máximo o ombro do braço que remate (maior protecção do braço atrás); transferir ainda mais peso do corpo para a perna que esta atrás e exercer a sua força explosiva na bola no momento do remate (maior rotação do tronco no momento de execução).

Desmarcação
A desmarcação é uma acção de surpresa que resulta na ocupação de um espaço livre, incluindo o defensor que o marcava. A desmarcação realiza-se sem a posse de bola e exige um domínio de deslocamentos e sobretudo de mudanças de direcção e de ritmo.

Fintas
As fintas correspondem a acções que pretendem enganar o oponente. Aplicam-se com o objectivo de surpreender o adversário e invalidar a sua marcação.
Ao fintar o adversário o jogador está a tentar ultrapassá-lo e assim criar uma situação de superioridade numérica. Mas não se deve repetir demasiadas vezes a mesma finta, pois o adversário adaptar-se-á a ela. A finta pode ser executada com ou sem bola.

Finta sem bola
Ao realizar a finta o jogador deve: dar a entender ao adversário que vai prosseguir por um dos lados (esquerdo ou direito); desequilibrar o adversário para o lado que simulou; ultrapassar o adversário pelo lado contrário (mudança de direcção) e aumentar a velocidade para criar uma situação de vantagem.

Finta com bola
O jogador atacante com a posse da bola deve superar um defensor, realizando uma acção prévia para o enganar e uma acção posterior para se aproveitar desse engano.

Defesa
Posição-base e deslocamentos defensivos
A posição-base é o ponto de partida para se executar qualquer movimento na defesa. Esta posição facilita as execuções técnicas.

Posição-base defensiva
Para se colocar na posição-base defensiva o jogador deve: apoiar os dois pés paralelamente; distribuir o peso do corpo igualmente pelos dois apoios; flectir ligeiramente as pernas; inclinar o tronco para a frente; levantar lateralmente os braços e voltar a palma das mãos para a frente.

Deslocamentos defensivos
Os deslocamentos defensivos podem ser laterais, frontais e de recuo.

Deslocamentos laterais
Os deslocamentos defensivos laterais servem para movimentar lateralmente a defesa, para acom­panhar um atacante ou para fechar rapidamente um espaço através do qual um atacante quereria lançar ou passar a bola.

Para executar um deslocamento defensivo lateral o jogador deve: colocar-se na posição-base; dar passos pequenos; deslocar-se de modo que não se cruzem os apoios; posicionar os pés de modo que não estejam completamente juntos e evitar saltar.

Deslocamentos frontais e de recuo
Os deslocamentos defensivos frontais servem para o defesa fugir ao adversário com bola e regressar à formação de defesa. Estes deslocamentos são idênticos aos laterais e só se distinguem destes na direcção do deslocamento.

Ajuda

A ajuda é uma acção decisiva de actuação defensiva sobre um oponente não directo, para solucionar um erro cometido por um companheiro.

Troca de marcação

A troca de marcação é uma acção táctica defensiva em que, perante a movimenta­ção dos atacantes e após uma acção de troca de posição entre os mesmos, os defesas trocam de marcação.

Deslizamento
O deslizamento é uma acção táctica colectiva defensiva realizada entre defen­sores que corta as trajectórias sem trocar de oponente.

Desarme
O desarme tem como intenção técnico-táctica defensiva reti­rar (“roubar”) a bola ao adversário de forma regulamentar.

Bloco
Bloco é a acção que pretende interceptar a trajectória da bola perante um remate contra a baliza pode ser executado por um ou mais jogadores.
O bloco deve ser realizado a partir da posição base defensiva, devendo o jogador elevar os braços na vertical de modo que cortar a linha de remate

Quando o jogador está a fazer o bloco é importante não se deixar enganar pelo adversário e só deves saltar se o adversário também o fizer.

Guarda-redes
O guarda-redes ocupa na equipa uma posição importante, pois, para além de defender os remates da equipa adversária, também pode lançar a bola de modo que a sua equipa consiga bons contra-ataques.

Posição-base
Nesta posição, o guarda-redes pode realizar todos os movimentos de defesa no menor tempo possível. Esta posição deve ser equilibrada, cómoda e de atenção permanente, de modo a facilitar ao guarda-redes chegar a todas as zonas da baliza para intervir com rapidez de acção.

Deslocamentos
O guarda-redes deve deslocar-se consoante os movimentos da bola, mas sempre enquadrado com a baliza. Os seus deslocamentos são sempre em contacto com o solo. Ele deve evitar os saltos ou passos muito grandes.

Colaboração com a defesa
O guarda-redes também colabora com a defesa através de pequenas indicações verbais. Estas servem para melhorar o posicionamento da defesa, facilitando-lhe assim a intervenção.

Recuperação da posse de bola
O guarda-redes, quando recupera a posse de bola, deve colocá-la rapidamente no colega melhor posicionado, para se desenrolar um contra-ataque ou ataque organizado.
Caso a equipa adversária pressione o portador da bola, o guarda-redes poderá sair da área da baliza para apoiar o ataque (abrir linhas de passe).

Conclusão e Bibliografia

Conclusão
A prática de desporto/Educação Física é sem dúvida muito importante para a saúde e bem-estar de todas as pessoas. Após a realização deste trabalho fiquei a conhecer regras para poder praticar correctamente basquetebol e andebol.
Bibliografia
Livros
Enciclopédia Básica do Estudante, Círculo de Leitores, Volume 1, páginas 47, edição de Agosto de 2004.
Enciclopédia Básica do Estudante, Círculo de Leitores, Volume 2, páginas 126-127, edição de Outubro de 2004.
Enciclopédia Ilustrada da Família - A obra de referência para o século XXI, Círculo de Leitores, Volume 2, páginas 314-316, edição de Novembro de 2001.
Enciclopédia Juvenil, Círculo de Leitores, Volume 2, páginas 23, edição de Setembro de 1990.
Lexicoteca – Moderna Enciclopédia Universal, Círculo de Leitores, Volume 2, páginas 15, edição de Setembro 1984.
Lexicoteca – Moderna Enciclopédia Universal, Círculo de Leitores, Volume 3, página 131, edição de Setembro 1984.
Nova Enciclopédia Larousse, Círculo de Leitores, Volume 2, páginas 420-421, edição de Fevereiro 1997.
Nova Enciclopédia Larousse, Círculo de Leitores, Volume 3, páginas 932-933, edição de Fevereiro 1997.

♦ ROMÃO, Paula; PAIS, Silvina; Educação Física, 1.ª Parte, 7.º/8.º/9.º Anos, Porto Editora, 1.ª Edição de 2008.